PALAVRAS
CHAVE: inclusão escolar, alunos com necessidades
educacionais especiais, formação de
professores.
ABSTRACT:
The inclusion process of students with special educational
needs has been deeply discussed, but it is observed
that most of these kids are still out of the school,
or they are forward to regular schools without any
serious criteria of evaluation and care. Discussing
this matter inside school classroom, it was proposed
to the students of "Graduating teachers for inclusive
schools" class to make a research about how the
educators have been realizing this reality. The data
was collected through interview and they were analyzed
during classes. It was concluded through the obtained
results that: the discussion about the theme "scholar's
inclusion" by the professionals of educational
area is still superficial and surrounded by doubts
and with a lot of anguish of how to deal with students
with special educational needs; bring this subject
by the teachers point of view has to be consider in
future studies, as they are the ones that receive
the student, they need subsidies for their practice.
KEY
WORDS:
scholar's inclusion, students with special educational
needs, graduating teachers
INTRODUÇÃO
O processo de inclusão de alunos com necessidades
educacionais especiais tem sido amplamente discutido,
principalmente a partir da década de 90, quando
iniciou-se o debate sobre a necessidade de não
somente intervir diretamente sobre essa população,
mas também reestruturar a sociedade para que
possibilite a convivência dos diferentes (Mendes,
2002a, p. 64).
Segundo a autora, "a educação inclusiva
é uma proposta de aplicação prática
ao campo da educação de um movimento
mundial, denominado de inclusão social, o qual
é proposto como um novo paradigma e implica
a construção de um processo bilateral
no qual as pessoas excluídas e a sociedade
buscam, em parceria, efetivar a equiparação
de oportunidades para todos. O movimento pela inclusão
está atrelado à construção
de uma sociedade democrática, na qual todos
conquistam sua cidadania e na qual a diversidade é
respeitada e há aceitação e reconhecimento
político das diferenças" (p.61).
De acordo com Mendes (2002 a), a discussão
sobre o movimento de inclusão vem ocorrendo
no Brasil há mais de uma década, mas
a grande maioria do alunado com necessidades educacionais
especiais ainda está fora da escola, poucos
estão inseridos em escolas e classes especiais
ou estão alocados em salas de aula do ensino
regular sem qualquer preparo do professor para recebê-los.
A preocupação maior, portanto, deveria
ser em oferecer à criança com alguma
deficiência, além de um espaço
físico em sala de aula, o respeito e a compreensão
aos seus talentos e habilidades. Oferecer um sistema
de ensino de qualidade a todos os alunos, respeitando
suas diferenças, deveria ser o ponto de partida
para a melhora do acesso dos alunos com necessidades
educacionais especiais no ensino regular. Perceber
que qualquer individuo possui limitações,
o que não significa que não possa ser
participativo e capaz de aprender, seria um bom ponto
de partida para a reflexão sobre como trabalhar
as diferenças em sala de aula. Felizmente cada
vez mais discussões sobre o assunto vêm
ocorrendo entre as equipes de docentes e especialistas
nas escolas e universidades brasileiras.
Por outro lado, as leis e declarações
que fundamentam o movimento de inclusão não
bastam para que esta seja efetivada. Importantes documentos
internacionais afirmam e fundamentam a prática
da educação inclusiva, como por exemplo,
os resultantes da Conferência Mundial de Educação
para Todos, em Jomtien, Tailândia (1990) e da
Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais
Especiais: acesso e qualidade, na Espanha, em 1994,
quando foi elaborada a "Declaração
de Salamanca". Mas, no cotidiano das escolas,
verifica-se ainda uma discrepância entre o que
diz a lei e o que é efetivamente realizado
na prática.
A grande barreira se constitui no despreparo dos professores
do ensino regular em receber esses alunos. A formação
de educadores para a escola inclusiva merece melhor
atenção. A reformulação
de cursos de graduação e de especialização
em Educação Especial tem sido considerada
para se adequar às Diretrizes Nacionais para
a Educação Especial na Educação
Básica e ao Plano Nacional de Educação
(lei no. 10.172/2001). A nova LDB reserva um capítulo
exclusivo à educação especial,
o que pode reafirmar o direito à educação
pública e gratuita dos alunos com necessidades
educacionais especiais.
Como destaca Ferreira (1998), "a presença
ampliada da educação especial na nova
Lei pode sinalizar a presença mais perceptível
da área nas novas discussões, assumindo
que sua contribuição específica
visa mais do que à simples afirmação
do 'especialismo' educativo ou burocrático...
os discursos da educação para todos
e da escola inclusiva ocorrem num contexto de exclusão
social ampliada, o que aumenta os desafios para assegurar
os direitos das pessoas denominadas portadoras de
necessidades especiais" (p. 14).
Tem sido também discutido se a formação
do professor para a Educação Especial
deveria ser oferecida na graduação ou
na pós-graduação. Alguns autores
defendem que, como na realidade brasileira a maioria
dos cursos de especialização se encontram
em universidades privadas, seria conveniente garantir
a possibilidade de formação do professor
em Educação Especial ainda na graduação,
pois esse nível potencializaria uma melhor
qualificação do profissional (Mendes,
2002b, p. 14).
A maioria dos estudiosos concorda sobre a necessidade
de se investir na capacitação e sensibilização
de profissionais da educação para que
ocorra a diminuição gradativa da exclusão
escolar. Delegar ao professor toda a responsabilidade
de promover a inclusão dos alunos com necessidades
educacionais especiais é um erro, pois a adoção
dessa postura deveria ser de toda a estrutura da escola.
A formação do professor para o trabalho
em equipe, o conhecimento sobre currículo e
as possíveis adaptações curriculares
cabíveis às necessidades individuais
dos alunos, o conhecimento sobre o conteúdo,
a metodologia de ensino e as possibilidades de reflexão
sobre as ações realizadas na sala de
aula são questões a serem trabalhadas
por toda a equipe da instituição escolar,
e não somente pelo professor que recebe a criança
com alguma dificuldade ou necessidade especial.
Além disso, segundo Mendes (2002 a), para atender
os alunos com necessidades educacionais com qualidade,
a escola deve modificar-se. Segundo a autora, as ações
de uma política inclusiva deveriam se pautar
em três componentes básicos: a). O aspecto
político (construção de uma rede
de suportes capaz de formar pessoal e promover serviços
na escola, na comunidade, na região); b). o
aspecto educacional (capacidade de planejar, implementar
e avaliar programas para diferentes alunos em ambientes
da escola regular) e c). o aspecto pedagógico
(o uso de estratégias de ensino que favoreçam
a inclusão e descentralizem a figura do professor,
o incentivo às tutorias por colegas, a prática
flexível, a efetivação de currículos
adaptados). Portanto, a autora recomenda que cada
município deveria identificar o perfil do seu
alunado e desenvolver projetos pedagógicos
de acordo com os resultados dessa avaliação.
Consideramos que essas questões são
fundamentais e deveriam estar presentes em várias
dimensões das áreas de saúde
e educação: nas reuniões entre
pais, coordenadores e professores nas escolas, em
cursos de capacitação, em reuniões
de estudos de caso nas instituições
que atendem alunos com necessidades educacionais especiais.
E foram estes temas que permearam as discussões
realizadas pela turma que cursou a disciplina "Formação
do professor para educação inclusiva".
Diante destes questionamentos, surgiu a necessidade
de se verificar junto a profissionais de educação
que atuam em escolas municipais e estaduais do município,
em quais condições de aprendizagem e
aceitação as crianças com necessidades
educacionais especiais são recebidas na escola
regular e qual preparo pedagógico a equipe
docente tem recebido para educar de forma eficaz e
competente essas crianças.
Portanto, o objetivo deste estudo é apresentar
uma reflexão sobre como o educador tem percebido
o processo de inclusão escolar de alunos com
necessidades educacionais especiais em seu local de
atuação.
METODOLOGIA
Durante o cursar da disciplina "Formação
do professor para educação inclusiva"
foi elaborado um roteiro de questões sobre
o tema e montada uma entrevista direcionada a professores
da rede municipal e estadual de ensino do município
de Jundiaí, São Paulo. Cada aluna aplicou
o roteiro de entrevista junto a educadores, em seu
próprio local de trabalho.
Participaram da pesquisa 35 educadores, sendo 29 professores
(82,85%), três coordenadores (8,57%), um diretor
(2,85%) e dois outros profissionais (psicólogos
escolares - 5,72%).
A maioria dos participantes estava formada há
mais de dez anos (62,8%). Dentre os entrevistados,
60% atuava em ensino fundamental, 22% em ensino infantil,
12% em educação especial e 6% trabalhava
tanto com ensino fundamental como infantil.
Foi utilizado um modelo de entrevista semi-estruturado,
onde as questões seguem um roteiro, mas os
participantes respondem abertamente sobre o tema (Anexo
1). O tema central tratou de como os profissionais
da educação têm lidado com o tema
"inclusão": o que significa este
termo em sua concepção, como têm
trabalhado, que tipo de suporte têm recebido
para trabalhar com o alunado com necessidades educacionais
especiais.
As alunas entregaram os roteiros de entrevista aos
participantes, que responderam espontaneamente. A
seguir as entrevistas foram trazidas para discussão
em sala de aula, foram formados grupos de trabalho
entre as alunas, sendo que cada grupo preparou as
etapas do presente artigo, com orientação
da docente.
RESULTADOS
A análise das entrevistas foi realizada a cada
questão, e em seguida foi feita uma análise
geral sobre o tema central.
Quando foi questionado sobre a concepção
do educador acerca do termo "inclusão
do individuo com necessidades educacionais especiais",
a maioria dos participantes (51%) apresentou uma vaga
noção do significado e uma ausência
de avaliação crítica sobre o
tema, como por exemplo: "a inclusão é
incluir os alunos com necessidades especiais em séries
normais", ou "para mim, a inclusão
é incluir, colocar alunos na sala regular",
ou "é incluir alguém diferente,
como o nome diz, precisa de atenção
especial e não normal". Outros participantes
colocaram como sinônimo de "inclusão"
os termos: integração, igualdade, participação,
jogo político, convívio social, interação
social.
Uma minoria dos entrevistados apresentou definições
mais aprofundadas, esboçando uma análise
sobre o termo: "entendo que incluir significa
oferecer aos alunos uma escola adaptada às
suas diferenças individuais, que contemple
suas necessidades educativas especiais, de fato e
não só na promessa"; "esse
processo precisa ser iniciado, mas ainda nos deparamos
com barreiras, sejam elas arquitetônicas ou
preconceituosas"; "acho que a escola não
possui condições sócio-pedagógicas
para que ocorra a inclusão, não sou
favorável a jogar o aluno nas classes comuns
sem o preparo necessário".
Com relação à questão
que abordou se o educador tinha em sua sala de aula
alunos com necessidades educacionais especiais, foi
constatado que 54,3% não tem contato com esta
população. Os entrevistados que trabalham
com esta clientela (45,7%) atendem na maioria crianças
com deficiência mental, seguida de deficiência
auditiva, deficiência física, distúrbio
psicológico, dificuldade de aprendizagem.
Ao serem questionados sobre como trabalham com estes
alunos, as respostas obtidas foram: 48,6% dos entrevistados
não relatou; 11,4% respondeu que trabalha de
modo individualizado; 11,4% recebe orientação
da instituição onde trabalha (psicólogos
da escola de ensino especial); 8,6% refere que utiliza
material diferenciado; e o restante (20%) relata que
utiliza linguagem simples e ajuda dos pais ou estuda
sobre o caso.
Na questão sobre o tipo de suporte que os educadores
tem recebido no processo de inclusão dos alunos
com necessidade especiais, 61% daqueles que têm
em suas salas de aula estes alunos, não recebe
nenhum tipo de apoio e 9% não respondeu. A
porcentagem de educadores que é auxiliada em
suas necessidades (30%), recebe orientações
de seus coordenadores, psicólogos e psicopedagogos
(da instituição de ensino especial em
que atuam) e cursos.
Mesmo com as dificuldades relatadas neste caminho
para se conhecer e trabalhar com a inclusão
dos alunos com necessidades educacionais especiais,
74% dos entrevistados relatou que acredita neste processo.
DISCUSSÃO
Baseado nas respostas obtidas nas entrevistas, foi
observada dificuldade em definir o termo "inclusão",
mostrando o quanto ele ainda é pouco discutido
e aprofundado. E percebe-se que permanecem concepções
errôneas, que trazem como sinônimo de
inclusão os termos "integração,
socialização", trazidos das décadas
de 50 a 70, quando eram vigentes as propostas de normalização
e integração, onde o problema (ou a
deficiência) era centralizado no individuo portador,
que precisaria ser "trabalhado" para ser
"integrado" ao sistema, sem modificação
do mesmo.
Definir o termo "inclusão" é
uma tarefa difícil, principalmente porque a
trajetória histórica do termo e sua
aplicação nos meios educacionais tem
gerado muita polêmica. Mas alguns educadores
entrevistados conseguiram demonstrar uma fala mais
elaborada, o que pode ser um sinal que a discussão
vem se ampliando e tornando-se mais comum aos profissionais
da educação.
Quanto ao questionamento sobre a quantidade de alunos
com necessidades especiais em sala de aula, observa-se
que a maioria não trabalha com esta clientela.
Alguns professores citaram "deficiência
leve, distúrbio psicológico, dificuldade
de aprendizagem" como necessidades especiais.
Seria interessante, em futuros estudos, aprofundar
a discussão sobre o que são as necessidades
especiais, pois parece que tem ocorrido confusão
sobre a terminologia.
Ao serem questionados sobre como têm trabalhado
com os alunos com necessidades educacionais especiais,
poucos entrevistados responderam claramente. Não
definiram como é trabalhar "de modo individualizado"
e nem qual é "o material diferenciado"
que utilizam. Poucos participantes apresentaram o
relato de suas atividades: "como ele tem deficiência
física, consegue dominar a leitura e a escrita,
possui raciocínio dentro da normalidade";
"o tempo para atividades diferenciadas é
curto, fica difícil trabalhar individualmente";
"tenho tentado integrá-lo, mas há
necessidade de um trabalho paralelo"; "tenho
trabalhado com meus recursos humanos - sensibilidade,
responsabilidade e profissionalismo; elaboro atividades
para ele participar do grupo". Parece que este
tema tem gerado angústia aos profissionais
da educação, e mesmo uma sensação
de abandono. Seria interessante reafirmar a necessidade
de capacitação de educadores para o
trabalho com a clientela de alunos com necessidades
educacionais especiais, pois esta parece ser a maior
preocupação tanto dos que têm
o aluno em sala de aula e também dos que "têm
medo em recebê-lo", justamente por não
se sentirem preparados.
Além disso, parece que são pouco divulgados
trabalhos com bons resultados dos próprios
educadores em relação a esta clientela.
Este tipo de avaliação, ao ser publicada,
poderia desmistificar a idéia vigente sobre
a grande dificuldade em ensinar alunos com necessidades
diferentes dos "normais".
Dos entrevistados, 61% relatou não receber
suporte para lidar com seus alunos em sala de aula.
Este dado tem sido constatado em vários estudos
(Mendes, 2002 a, Ferreira, 1998), e reafirma a necessidade
de ser o processo de inclusão uma questão
a ser trabalhada por toda a estrutura escolar, e não
ficar somente sob responsabilidade do professor que
recebe o aluno. Algumas falas dos participantes refletem
este problema: "a pedagoga e a psicóloga
orientam, o suporte é ótimo, mas não
são elas que estão em sala de aula,
existe uma distância entre teoria e prática";
"o apoio maior tem sido dos pais do meu aluno,
e não da escola"; "o que tenho recebido
é porque vou atrás das psicólogas
e psicopedagogas que atendem meus alunos, que só
se manifestaram depois de procuradas por mim e pela
minha escola"; "não tenho nenhum
suporte, eles dizem: 'o aluno é da Adê',
o erro já vem do sistema governamental que
aplica e executa a lei sem preparar o professor";
"as escolas regulares trabalham o tempo todo
no 'tente assim, 'agora faça isto', e assim
por diante".
Poderíamos pensar que, entre os educadores
que não trabalham com esta clientela, não
saberiam definir como fazê-lo; e os que têm
atendido esta população, têm aprendido
com sua própria prática e têm,
obrigatoriamente, que buscar suporte por si?
Entretanto, apesar das incertezas e angústias
relatadas, a maioria dos educadores acredita no processo
de inclusão e apresenta sugestões de
como poderiam ser tomadas atitudes para avançar
neste processo, como por exemplo: envolver os pais
e a comunidade, promover cursos e palestras aos educadores,
trabalhar o tema com os professores "antes"
de receberem o aluno. Em resumo, as propostas são
no sentido de promover o suporte necessário
aos educadores para lidarem com as diferenças.
Algumas professoras relataram: "eu passarei realmente
a acreditar no processo de inclusão quando
tiver a segurança para entender o que estou
fazendo, quando tiver retorno do que fiz por parte
da direção da escola"; "há
muito o que fazer, vivemos hoje a inclusão
da exclusão, não há um preparo
da sociedade para trabalhar com o processo de inclusão.
Não podemos exigir igualdade numa sociedade
desigual e preconceituosa como a nossa".
Observamos neste estudo que a discussão sobre
o tema "inclusão escolar" pelos profissionais
da área de educação é
ainda superficial e rodeada de incertezas e angústias
sobre o modo de atuar diante da população
dos alunos com necessidades educacionais especiais.
Consideramos importante que futuros estudos abordem
o tema de acordo com o ponto de vista do professor,
pois como é ele quem recebe o aluno, necessita
de respaldo para sua prática.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
FERREIRA, J. R. A nova LDB e as necessidades educativas
especiais. In Cadernos CEDES 46. Campinas:Universidade
Estadual de Campinas, 1a. ed., p. 7-15, 1998.
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para Todos, 1990. www.mec.gov.br
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www.direitoshumanos.usp.br/principal.html
MEC,
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Especial na Educação Básica,
1999. www.mec.gov.br
MENDES,
E.G. Perspectivas para a construção
da escola inclusiva no Brasil. In: PALHARES, M. &
MARINS, S. (orgs.) Escola Inclusiva. São Carlos:
EdUFSCar, p. 61-85, 2002 a.
MENDES,
E.G. Desafios atuais na formação do
professor de educação especial. In:
MEC, Secretaria de Educação Especial.
Revista Integração. Brasília:
MEC, no. 24, p. 12-17, 2002 b.
ANEXO
1
ENTREVISTA
SOBRE O TEMA INCLUSÃO
IDENTIFICAÇÃO:
- Nome / apelido: __________________ Idade: _____Tempo
de formação:_______
- Tipo de instituição que atua: ( )
ensino infantil ( ) ensino fundamental ( )
ensino médio ( ) ensino especial ( ) outro
- especifique
- Tipo de cargo na escola: ( ) professor ( ) coordenador
( )diretor ( ) outro - especifique
QUESTÕES:
1. O que é, para você, a inclusão
do portador de necessidades educacionais especiais?
2.
Você tem algum caso de inclusão na sua
sala, ou na sua escola?
3.
Se tem, como você tem trabalhado?
4.
Você (ou sua escola) tem tido algum suporte
para lidar com os casos de inclusão? Se sim,
de quem? Como você avalia o suporte que tem
recebido?
5.
Você acredita no processo de inclusão
dos alunos com necessidades educacionais especiais?
O que você acha que pode melhorar, ou o que
está faltando?
6.
Como trabalhar o preconceito dentro da escola? Você
tem alguma experiência ou sugestão?
7. Como é o seu trabalho com o aluno especial?
Você faz algum tipo de adaptação,
ou plano especial?