MAGNO
DE AGUIAR MARANHAO
Muito
se tem falado sobre as carências do Sistema Educacional
Brasileiro, mas poucas às vezes é mencionado
o seu primo pobre - a Educação Especial.
Muito menos são reivindicadas melhores condições
para esse segmento que, ao contrário do que parece
a primeira vista abrange um número significativo
de brasileiros.
Patrícia
Carla de Souza Della Barba A
grande barreira se constitui no despreparo dos professores
do ensino regular em receber esses alunos. A formação
de educadores para a escola inclusiva merece melhor atenção.
Graciela
Rodrigues
Consideramos que a sociedade constrói
formas de viver, assim como constrói valores
para que seja possível esta vivência. Segundo
Foucault (1999) mais importante que buscar explicar
a cultura, a ciência, as idéias de uma
época ou determinada sociedade, o mais relevante
é "buscar o que em uma sociedade é
rejeitado e excluído.
Marilú
Mourão Pereira
A
inclusão é um movimento mundial de luta
das pessoas com deficiências e seus familiares
na busca dos seus direitos e lugar na sociedade. Mas
o que é de fato a inclusão?
Pedro Paulo Rodrigues Cardoso de Melo
A educação especial é um tema que,
de uns tempos para cá, vem sendo mais e mais estudada
dado aos avanços das ciências médicas
e humanas de um lado e do reconhecimento da existência
de pessoas que apresentam problemas de aprendizagem, mas
que precisam estar inseridas no contexto sócio-educativo,
do outro.
Marilu
Mourao Pereira
Programas da secretaria da saúde como:
primeira infância melhor, programa viva a criança,
os exames de acuidade visual e auditiva nas escolas públicas
estaduais ( lei 10.538) estão voltadas para a prevenção
nos primeiros anos de vida.
Glória
S. S. - Email: glosilvia@bol.com.br
O governo brasileiro é uma vergonha descarada em
relação aos nossos queridos filhos deficientes.
Não temos apoio em nada neste país de mentiras.
Jussara Silvia da Silva Freitas / Cristiane Manso B. Barreiro
Falar de escola inclusiva nos remete primeiramente a falarmos
de inclusão social: processo pelo qual a sociedade
se adapta para incluir as pessoas até então
marginalizadas e estas procuram capacitar-se para participar
na vida da sociedade.
Sônia
Maria do Carmo
Os dados históricos a respeito da educação
especial estão disponíveis apenas para os
especialistas e estudiosos voltados para essa área.
O que os profissionais constatam é que existe pouco
material escrito a esse respeito. A comunidade, em geral,
desconhece esses dados e, dessa forma, fica mais difícil
para as famílias tomarem decisões conscientes,
considerando seus direitos a respeito do processo de escolarização
de seus filhos deficientes.
Prof.
Dr. Antônio dos Santos Andrade / Marlene de Cássia
T. Ferreira / Maria H. Maciel da Silva / Denise Munair
/ Maria Célia F. Ligabô / Vera Lúcia
de Oliveira / Erica Cristina Passos / Elis Regina Brandão
de Araújo
Desde as colocações de Moreno em: "O
Psicodrama na educação" (publicadas
originalmente em 1929 e republicada em 1987, p. 197-205),
diversos psicodramatistas têm se dedicado ao desenvolvimento
do Psicodrama Aplicado à Educação.
Kizzy
Morejón / Soraia Napoleão Freitas / Maria
Alcione Munhóz
A atividade lúdica é considerada essencial
à formação da criança, e
o brinquedo um estímulo a seu desenvolvimento
físico e mental.
Cleidi
Lovatto Pires / Marenize Santos Eder
A presente discussão tem como objetivo sistematizar
idéias e refletir sobre a temática "fracasso
escolar" num âmbito geral de educação,
apresentando algumas conceptualizações históricas,
culminando com o fracasso escolar relacionado à
educação de pessoas surdas, na atualidade.
Rosalba
Maria Cardoso Garcia A
proposta deste artigo é discutir como os indivíduos
que apresentam seqüelas motoras vêm relacionando-se
com o conhecimento. Quais são suas possibilidades
de acesso ao conhecimento sistematizado em uma sociedade
que privilegia os "normais"?
Ana
Patrícia Beltrão Bastos
O portador da síndrome de down é capaz de
compreender suas limitações e conviver com
suas dificuldades, "73% deles tem autonomia para
tomar iniciativas, não precisando que os pais digam
a todo momento o que deve ser feito." (p12). Isso
demonstra a necessidade/possibilidade desses indivíduos
de participar e interferir com certa autonomia em um mundo
onde "normais" e deficientes são semelhantes
em suas inúmeras diferenças.
Elisabeth
Ferreira de Jesus
Este texto apresenta a linha metodológica básica
e a fundamentação teórica para o
trabalho com alunos portadores de deficiência múltipla
atendidos no Programa Educacional Alternativo do IBC.
Marlei
de Fátima Schneider
Este estudo visa a refletir sobre o trabalho realizado
em uma classe especial - deficientes mentais - e, para
tanto, buscamos um aprofundamento da questão teórica
sobre o desenvolvimento e aprendizagem à luz da
teoria histórico-cultural vygotskyana que acreditamos
ser relevante para entender a postura do professor de
classe especial ou mesmo em classe comum.
João
Pedro Alcantara Gil / Carine Scheeren / Helen Denise /
Daneres Lemos / Simone De Mamann Ferreira
Nos
últimos tempos, tem se desenvolvido grande interesse
muitos projetos e trabalhos acadêmicos, envolvendo
metodologias que mais se identificam com o universo infantil:
os jogos e os brinquedos.
CLÁUDIA
COLLUCCI Se
por um lado o acesso às escolas cresce a cada ano,
por outro ainda são precárias as instalações
físicas, a oferta de material didático-pedagógico
e a capacitação de professores para o atendimento
dessas crianças.
Renato
Paula Vieira Lopes / Reinoldo Marquezan
O aluno da Educação Especial é tão
especial quanto qualquer pessoa. A família é
a principal responsável pelas ações
do seu filho com necessidades especiais. É ela
que lhe oferece a primeira formação.
Márcia
Lise Lunardi
Atualmente, a problemática da inclusão/exclusão
vem atingindo a todos nas suas mais diversas formas, ou
seja, todos podem ser excluídos de alguma situação
e incluídos em outra. Não existe alguém
completamente incluído ou completamente excluído
(Pinto, 1999), o que há são jogos de poder
em que, dependendo da situação, da localização
e da representação alguns são enquadrados
e outros não.
Maria
Inês Naujorks O
stress em professores do ensino fundamental e os principais
agentes desencadeadores frente a inclusão de alunos
com necessidades educacionais especiais.
Saul
Neves de Jesus / Maria Helena Martin
Uma
das principais alterações socioeducativas
ocorridas nas últimas décadas foi a tentativa
de democratizar o ensino, de permitir o acesso à
escolaridade a todas a crianças e jovens. Assim,
o ensino elitista, só acessível a quem tinha
condições económicas para o frequentar,
deu lugar a um sistema de ensino acessível a todos,
sendo inclusivamente obrigatória a frequência
nos primeiros anos de escolaridade.
Ana
Maria C. C. do Prado - Vera Lucia Marostega
Este trabalho aborda o tema inclusão do portador
de necessidades como um dos novos paradigmas da educação
brasileira, legalmente amparado pela Lei nº 9394/96,
o qual delega à família, à escola
e à sociedade o compromisso para a efetivação
de uma proposta de escola para todos.
O
acesso físico é a preocupação
fundamental no que diz respeito a estes estudantes, devido
a dificuldades de locomoção ou ao uso de
cadeira de rodas. Isto implica a existência, e aprendizagem,
de percursos em que o aluno se possa movimentar mais facilmente
de umas aulas para as outras, ou seja, em que não
tenha de se defrontar com barreiras arquitetônicas.
CEDIPOD-Centro
de Documentação e Informação
do Portador de Deficiência.
CORDE-Cordenadoria Nacional para Integração
da Pessoa Portadora de Deficiência.
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando
encontram uma pessoa com deficiência. Isso é
natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis
diante do "diferente".
A "integração real" das pessoas
com necessidades especiais sempre foi vista, sobretudo
pela sociedade e pelas políticas públicas,
como algo assitencial e caritativo, basta lembrarmos um
pouco de sua história no Brasil.
Karla Hansen -
Jornal do Portal
- www.educacaopublica.rj.gov.br
Estivemos conversando com a professora Roseni Silvado
Cardoso, responsável pela Coordenação de Educação Especial
(CDEE) da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro.
É uma equipe pequena que faz um trabalho de fôlego.
Maria
Teresa Penteado Cartolano
Professora Doutora da Educação da
Faculdade de Educação da Unicamp
Este
artigo é resultado de uma reflexão sobre
a formação do educador no curso de pedagogia.
Procura-se, com base numa experiência concreta de
reformulação de curso, refletir sobre alguns
aspectos importantes, tais como: o comum e o básico
no currículo, o para quem e o porquê que
da formação geral. Algumas perspectivas
que se anunciam, desde essa realidade, são apresentadas
ao final. |