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A
questão da Fono Hospitalar. É bom
não confundir! |
Fga.
Elizabeth Luz
Presidente do Núcleo de Atividades do
Fonoaudiólogo (NAF .BRASIL ), Especialista em Neurofisiologia;
Staff do Serviço de Fonoaudiologia Hospitalar na
Emergência do Hospital Municipal Lourenço
Jorge (RJ);Coordenadora dos Cursos de Pós – Graduação
de Fonoaudiologia Hospitalar da Faculdade Oeswaldo Cruz
(SP )
CRFa 2725/RJ
Site: www.nafbrasil.com.br
Email:
nafbrasil@nafbrasil.com.br
A Fonoaudiologia Hospitalar, como área nova da
fonoaudiologia tem despertado grande
curiosidade por parte de todos aqueles que se interessam
pelo assunto. Temos ouvido
falar muito em Fonoaudiologia Neonatal diferenciando-a
de Fonoaudiologia Hospitalar.
Mas na realidade e pelo que entendemos a Fono Neonatal
é uma sub-especialidade da
Fono Hospitalar desde que as características são
as mesmas:
Atendimento AINDA NO LEITO;
Ação precoce, preventiva e intensiva (nos
casos cirúrgicos: ação pré,
trans, e pós-cirúrgica);
Pelo exposto, podemos entender que a Fonoaudiologia Hospitalar
Emergencial divide-se
em:
Fonoaudiologia NeoNatal (gestante, parto, RN de risco
e normal);
Fonoaudiologia Neurológica Hospitalar (crianças,
adultos e idosos internados);
Fonoaudiologia Gerontológica (idoso internado diferenciando
o fisiológico do
patológico);
Fonoaudiologia Hospitalar Especializada (fissurados, laringectomizados,
queimados,
comatosos);
A grande questão quanto ao uso do termo EMERGENCIAL
surge dos objetivos de
atuação que são emergenciais cabendo
ao fonoaudiólogo hospitalar tratar dos desvios
que poderão ser instalados, desenvolvendo alguma
forma de comunicação.
A Fono Hospitalar na realidade engloba as quatro especialidades
porque não podemos
tratar a motricidade oral e deixar para outro fonoaudiólogo
tratar a linguagem!
| Estimule
a criança através de estórias
e músicas.
Professores, Psicopedagogos, Pedagogos, Fonoaudiólogos |
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