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::. Levantamento de hábitos vocais em alunos de pré a 4ª série de uma escola
pública municipal de Curitiba
Maria Cristina Negrão
Email:
negraomcn@aol.com
Universidade de Tuiuti do Paraná
Centro de Reabilitação "Sydnei Antonio" - CRESA


RESUMO

Este trabalho teve como objetivo realizar o levantamento de hábitos vocais entre crianças de determinada escola pública de Curitiba. Para tanto, foram enviados, por meio de 488 alunos desta escola, questionários a fim de que fossem respondidos pelos pais, envolvendo questões sobre possíveis problemas vocais. Os resultados mostram uma prevalência de alterações na qualidade vocal entre 6 e 10 anos (não havendo uma diferença significativa entre meninas e meninos), do pré a 4ª série. Os itens: falar demais e gritar demais foram os mais encontrados dentre aqueles que podem ser considerados abusos vocais. Esta pesquisa visa realizar um trabalho profilático nesta escola, possibilitando a apresentação dos resultados aos professores, funcionários, alunos e pais para efeito de conscientização sobre o assunto aqui tratado, além da implantação de um projeto de higiene vocal num momento posterior.

Palavras-Chave: Voz; Escola; Disfonia Infantil, Fonoaudiologia

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SURVEY ON VOCAL HABITS AMONG CHILDREN OF A CERTAIN PUBLIC LOCAL SCHOOL IN CURITIBA.

ABSTRACT

This work aims to make a survey on vocal havits among children of a certain public local school in Curitiba. In order to achieve its purpose, the 488 students attending that scjool tok home questionnaires to be answered by their parents including questions about possible vocal problems. The results depicted a prevalence of alterations in the vocal quality between 6 and 10 years old students (it don’t has a significant difference between girls and boys), from kindergarten to fourth grade. The items: speaking and bellowing too much were found with more frequency among those which may be considered vocal abuses. This study aims to provide this school with a prophylactic work enebling the display of the results achieved to teachers, employees, students and parents so as to give them an awareness on the subject dealt with herein, besides the implantation of a vocal hygienic project at a posterior moment.

Key-Words: Voice, School, Infant Disphony, Speech Terapy

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INTRODUÇÃO

A voz existe pelo desejo que o ser humano possui de verbalizar pensamentos, emoções e opiniões. Dada a importância que a voz tem no processo de comunicação, devemos conhecê-la para nos preocuparmos com os aspectos preventivos de possíveis distúrbios vocais, a fim de não comprometer esta comunicação.

Para que a produção vocal seja adequada, há necessidade do equilíbrio entre os parâmetros vocais que são os representados pela qualidade vocal, constituída por: ressonância, tipo de voz, intensidade, freqüência, articulação, velocidade de fala, pronúncia e aspectos referentes a emissão. Em algumas situações este equilíbrio não acontece e características como rouquidão, aspereza, tensão, hipernasalidade, dentre outras poderão ser encontradas, tanto na voz do adulto como na infantil.

As pessoas ao utilizarem a voz, algumas vezes, não se preocupam com medidas profiláticas específicas a fim de evitar problemas vocais. Abusos como: pigarrear, realizar competições sonoras, gritar, tossir e outros contribuem para o aparecimento de sintomas vocais. Estes interferem no processo de comunicação, na medida em que incomoda o ouvinte e traz desconforto para quem fala.

No caso das crianças isso não é diferente, ainda mais no meio escolar onde os alunos, com freqüência, cometem abusos vocais.

À partir de observações em escolares, notei que os mesmos cometiam abusos vocais, mesmo em situações desnecessárias.

Somado a este fato, em diversos momentos, as professoras de uma escola pública municipal da cidade de Curitiba comentavam sobre problemas fonoaudiológicos que seus alunos apresentavam, sendo a rouquidão um destes problemas levantados pelas mesmas.

Deste modo, o objetivo do presente trabalho é realizar um levantamento dos hábitos vocais de crianças de uma determinada escola da rede pública municipal da cidade de Curitiba, Estado do Paraná, considerando-se o sexo, a faixa etária e a faixa escolar.

REVISÃO DE LITERATURA

O ser humano é a única espécie que emite som ao nascer, sendo o choro sua primeira manifestação vocal, representando a revolta da criança no momento de seu nascimento (KANT apud BEHLAU & PONTES, 1995:39).

Na 3ª semana de vida intra-uterina surge a laringe, num prolongamento da faringe e ao 3° mês de gestação suas características são as mesmas encontradas ao nascimento. O crescimento do trato vocal do bebê e as alterações geométricas deste tubo ocorrerão após o nascimento. Por esta razão não se pode afirmar que a estrutura vocal do bebê corresponde a uma miniatura do adulto, pois são diferentes tanto na forma como no tamanho (BEHLAU & PONTES, 1995).

Estabelecer um conceito sobre a voz não é uma tarefa fácil, pois se por um lado podemos afirmar que a voz é produzida como resultado de vibração das pregas vocais pela passagem do ar dos pulmões, por outro, ela possui uma característica individual e única do ser humano: sua personalidade. Deste modo, a voz é produto da laringe por meio da atividade de todos os músculos que participam da produção vocal (além da integridade dos tecidos do aparelho fonador) e da personalidade. Quando ocorre esta harmonia, obtemos um som de boa qualidade, durável e emitido sem dificuldade ou desconforto para o falante; é o que chamamos de eufonia. Este som pode modificar-se de acordo com o contexto comunicativo e situações variadas, o que reflete a saúde vocal deste falante (BEHLAU et al. In.: LOPES FILHO, 1997:607-608).

O desenvolvimento vocal infantil evolui semelhantemente em um e outro sexo até a pré-adolescência, num período em que começam a ocorrer alterações no tipo de voz denominadas muda vocal (MV) ou mutação vocal fisiológica. À partir desta fase, a laringe, que antes era infantil, passa a ser adulta (ANDREWS & SUMMERS apud BEHLAU & PONTES, 1995:47).

A produção natural da voz depende da qualidade vocal.

"Qualidade vocal é o conjunto de características que identificam a voz humana" (BEHLAU & PONTES, 1995:69).

Quando há a quebra no equilíbrio entre as forças mioelástica e a aerodinâmica, ocorrem as alterações vocais, das quais a disfonia é uma delas.

PINHO (1998) refere que a disfonia deve ser considerada como um sintoma e como tal deve ser tratada.

Os distúrbios de voz podem ser de ordem orgânica ou funcional (TABITH, 1986; PINHO, 1998).

As causas de alterações vocais infantis que mais ocorrem, segundo WHITERS & DAWSON (1960); ARNOLD (1963), são:

  • hábitos vocais inadequados, abuso e mau uso da voz;
  • competição sonora;
  • fatores ambientais (psicológicos e físicos);
  • estrutura da personalidade, ansiedade e agressividade;
  • inadequação fônica, anatômica e funcional;
  • Fatores alérgicos.

A deficiência auditiva condutiva, a otite média, os distúrbios articulatórios, o retardo de aquisição de linguagem, a deglutição atípica e a fissura palatina são fatores secundários que predispõem o aparecimento de um quadro de disfonia (BEHLAU & GONÇALVES. In.: FERREIRA:104).
Uma das conseqüências das alterações vocais são os nódulos.

KOTTKE; STILLWELL & LEHMANN (1984) referem que nódulo vocal é uma formação calosa nas pregas vocais.

Segundo PINHO (1998), os nódulos são geralmente bilaterais na infância e que também são considerados como lesões secundárias, quase sempre associadas às alterações funcionais da voz.

Tendo-se em vista que esta pesquisa baseia-se num estudo das vozes de escolares, é relevante analisar o papel que a escola desempenha na vida das crianças, sob o ponto de vista psicológico.

O ser humano desde que nasce sofre pressões sociais que vão variando no decorrer de sua vida. O meio físico não se impõe de uma única vez nem a evolução da inteligência acontece de repente; é necessário acompanhar passo a passo as aquisições em razão das experiências adquiridas (PIAGET, 1983).

Segundo GARDNER (1994), as escolas têm sido responsabilidades bem maiores do que somente o domínio da cultura. A função da escola nas séries iniciais, num primeiro momento, é apresentar aos estudantes instruções, tanto no aspecto pedagógico como social.

Desde pequeno o ser humano expressa as emoções por meio de sua emissão vocal.

COSTA; CRUZ; OLIVEIRA (1994) referem que as relações corpo-voz e voz-personalidade têm bastante importância, pois mesmo que estas relações não sejam a causa direta do distúrbio vocal, de alguma maneira estarão presentes como fatores de manutenção ou conseqüência de um possível quadro de disfonia. A aceitação ou não do modelo vocal do indivíduo podem estar associadas à sua auto-imagem, seja física, psicológica ou social.

PINHO (1998) refere que à despeito do que o indivíduo estiver sentindo, produzirá modulações vocais específicas à cada tipo de situação (alegria, tristeza, raiva...).

Os pais de crianças que têm por hábito utilizar a voz exaustivamente e gritam em demasia, trazem como principal queixa alterações na qualidade vocal (TABITH, 1986).

Crianças com um quadro de disfonia já instalado são descritas pelos pais como sendo muito agitadas, falam bastante, gritam o tempo todo e não conseguem controlar sua intensidade vocal (BEHLAU & GONÇALVES. In.: FERREIRA, 1987:102).

A avaliação do comportamento vocal da criança não exige uma metodologia e instrumentos requintados; a percepção auditiva é ainda a mais indicada em razão de sua simplicidade e eficiência (ANDREWS apud HERSAN. In.: LOPES FILHO, 1997:701).

O ambiente físico escolar tem certa relevância quanto a possíveis causadas que agravam o quadro de disfonia infantil.

AMORIM (1982) refere que os alunos têm em seus professores um modelo vocal. Sua voz deve ser calma, de timbre agradável e que inspire confiança. Os pais, por outro lado, devem assegurar um ambiente saudável aos seus filhos (com segurança e carinho).

A conscientização dos pais sobre as possíveis causas da disfonia propiciam o sucesso da reabilitação vocal e faz com que a criança tenha em casa um modelo de voz mais aceitável (TOOHILL apud BEHLAU & GONÇALVES. In.: FERREIRA, 1987:105).

Pais e professores, por vezes, não sabem que a disfonia é um problema de comunicação; consideram a rouquidão como sendo parte natural do desenvolvimento infantil. É tarefa da família e da escola ajudar a criança a perceber como e quando ela usa de maneira inadequada a voz. Isso favorecerá uma mudança de comportamento vocal da criança e até das pessoas que a cercam (BEHALAU & PONTES, 1995).

Alguns estudos foram realizados sobre a incidência de crianças em idade escolar com alterações vocais. Um deles traz como achado o seguinte dado: entre 5 e 10 anos de idade ocorre o maior nível de incidência de disfonia infantil, numa proporção de 3 meninos para 1 menina (BEHLAU & GONÇALVES. In.: FERREIRA, 1987:101).

Existem cuidados que podem ser tomados a fim de evitar o aparecimento de alterações vocais na infância, tais como: falar solto, não imitar vozes com esforço, não pigarrar e/ou tossir excessivamente, beber muitos líquidos, não tomar muita bebida gelada e/ou sorvetes, evitar ficar exposto à poeira/mofo e outros cuidados que podem auxiliar na profilaxia de distúrbios vocais.

MATERIAL E MÉTODOS

Amostra
Esta pesquisa envolveu os alunos de pré a 4ª série do 1° grau, ensino regular, turnos manhã e tarde, na faixa etária de 5 a 13 anos, num total de 379 crianças, de uma determinada escola municipal de Curitiba.
Os estudantes estão distribuídos em 16 turmas (8 salas funcionam pela manhã e 8 à tarde): um pré-escolar, cinco primeiras séries, quatro segundas séries, três terceiras séries e três quartas séries.

Local da Pesquisa
A referida pesquisa foi desenvolvida em uma escola da Rede Municipal de Educação da cidade de Curitiba: Escola Municipal Anita Merhy Gaertner, pois nesta escola que se observou que as crianças cometiam abusos vocais e onde as professoras referiam rouquidão constantes em seus alunos.
Em todas as salas de aula existem dois ventiladores em uso contínuo. Estas salas foram projetadas para comportar um máximo de 35 alunos (somente a 4ª série do período da tarde possui efetivamente 35 crianças; as demais turmas têm entre 28 e 30 alunos e o pré, 19 crianças).

A escola foi construída de material.

Há um pátio interno coberto, com 110,40 m2 e três quadras descobertas que, juntas, medem 1.175,40 m2. É neste espaço aberto que os alunos praticam os esportes e brincam no horário do recreio. Nos dias de chuva as atividades livres acontecem no pátio interno.

Procedimento
Para a execução desta pesquisa foi utilizado um instrumento de pesquisa com questões semi-dirigidas e complementado com perguntas do tipo: assinale as respostas positivas, segundo o questionário para Identificação de Possíveis Problemas Vocais de autoria de BEHLAU et al. (1997).
Cada um dos 488 alunos (total de crianças nos dois turnos) levou para casa o questionário a fim de ser respondido pelos pais ou responsável, num prazo máximo de duas semanas. Junto ao questionário seguiu uma solicitação da pesquisadora com o aval do diretor da escola, pedindo urgência na devolução do instrumento de pesquisa e agradecendo previamente a colaboração.

Após a devolução do referido instrumento, os dados passaram a ser analisados por meio de tabelas e transformados em resultados percentuais.

Dos 488 questionários enviados somente 379 puderam ser aproveitados para constarem na pesquisa. Os 109 restantes foram excluídos por motivo de extravio ou por falta de referência sobre idade e sexo (duas variáveis aqui levadas em consideração).

RESULTADOS E COMENTÁRIOS

Dentre os problemas fonoaudiológicos que vêm surgindo nas escolas de ensino fundamental estão as alterações vocais.

A disfonia infantil é um assunto que tem merecido a atenção de estudiosos áreas, pois algumas pesquisas já foram realizadas a este respeito, dentro e fora do Brasil.

Um estudo desenvolvido por BEHLAU & GONÇALVES (In.: FERREIRA, 1987: 101) aponta uma maior incidência de disfonia entre os 5 e 10 anos, numa proporção de 3 meninos para 1 menina. Na pesquisa realizada pela autora deste trabalho os achados foram: prevalência de alterações vocais na faixa etária entre 6 e 10 anos, porém não houve grande variação entre meninos e meninas, como aconteceu no estudo mencionado acima.

Em virtude do número considerável de questionários devolvidos (77,66%) que puderam ser aproveitados para efeito de análise, a autora constatou um grande interesse por parte das famílias dos alunos desta escola, no geral.

Por outro lado estão as professoras que são atendidas pelo Programa de Saúde Vocal promovido pela Prefeitura Municipal de Curitiba e, por esta razão, possuem uma certa noção quanto aos cuidados para a preservação de uma voz saudável. O tema deste trabalho, portanto, teve a aprovação e colaboração imediatas de todas as professoras e da escola como um todo.

Um dos itens abordados nesta pesquisa diz respeito aos fatores emocionais e ambientais relacionados com a voz. Os alunos envolvidos neste estudo, por vezes, têm que lidar com situações estressantes, tais como: desemprego dos pais, violência, abandono parcial de alguns pais, falta de condições financeiras e desestrutura emocional no lar.

Estas situações podem favorecer o mais uso vocal, onde as crianças gritam excessivamente ou, ao contrário, se retraem, falando com intensidade fraca. Cada vez que elas apresentam este tipo de comportamento, pode acontecer a piora da produção vocal.

Ligada ao fator emocional está também a questão da personalidade. Não raro, em situações idênticas, as crianças reagem de modo diferente; é a expressão dos sentimentos manifestada por meio da voz.

O ambiente físico escolar, quanto maior e mais aberto for, favorecerá maus hábitos como gritar e/ou falar alto. É o caso do espaço utilizado, nas aulas de Educação Física e nos recreios desta escola pesquisada. Dentro da sala de aula os alunos também costumam gritar e falar alto, ainda que um colega esteja próximo do outro. Há, é claro, diferenças de comportamento vocal de turma para turma dentro da escola; é o modelo vocal que a professora normalmente usa em sua sala de aula que acaba influenciando seus alunos.

Por estas razões, professores e alunos precisam ser esclarecidos sobre como manter a saúde vocal.

A escola em questão possui dois ventiladores em cada sala de aula e as professoras fazem uso do giz. O pó de giz aliado à poeira da sala irritam em demasia as pregas vocais e as vias respiratórias. Os ventiladores espalham ainda mais estas impurezas do ar. As crianças, estando expostas constantemente às substâncias do giz e da poeira, em pouco tempo começarão a tossir e a pigarrear, além de agravar as alergias respiratórias que já existiam em alguns casos.

Quanto aos resultados, os alunos que apresentaram maior prevalência encontram-se na 1ª, 2ª e 3ª séries, na faixa etária de 6 a 10 anos, independentemente do sexo.

Dos 26 itens que compõem o questionário elaborado por BEHLAU et al (1997), a autora destacou os 10 que obtiveram as maiores porcentagens. Destes 10 itens, 7 deles eram fatores predisponentes à alterações vocais e 3 eram simtomas vocais, prevalecendo os itens: falar demais (43,27%) e gritar demais (40,90%).

Em relação ao número de crianças com atendimentos especializados anterior à pesquisa, predominaram os de psicologia, seguidos dos atendimentos fonoaudiológicos.

Os alunos que estavam iniciando a muda vocal (meninos, especialmente) representaram uma porcentagem pequena, não suficiente para alterar os resultados obtidos.

CONCLUSÃO

Levando-se em consideração que esta pesquisa foi aplicada em uma única escola, os resultados não devem ser generalizados à outras escolas públicas municipais.

Os alunos envolvidos neste estudo estão propensos às alterações vocais devido a presença de fatores predisponentes.

O momento é bastante propício para se iniciar um programa de higiene vocal infantil nesta escola, destacando a importância da prevenção de problemas vocais.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. AMORIM, A. Fonoaudiologia geral. Rio de Janeiro : Enelivros, 1982.
2. BEHLAU, M. S.; GONÇALVES, M. I. R. Considerações sobre a disfonia infantil. In.: FERREIRA, L. P. Trabalhando a voz. São Paulo : Summus Editorial, 1987, p. 101-102, 104-105.

3. BEHLAU, M. S.; PONTES, P.A. Avaliação e tratamento das disfonias. São Paulo : Editora Lovise, 1995 p. 39-47-69.

4. BEHLAU, M. S. et al. Avaliação e terapia de voz. In.: LOPES FILHO, O. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Editora Roca, 1997, p. 607-608-701.

5. BEHLAU, M. S. et al. Higiene vocal infantil – informações básicas. São Paulo : Editora Lovise, 1997.

6. COSTA, S.A.; CRUZ, P.; OLIVEIRA, J. A. A. Otorrinolaringologia. Porto Alegre : Artes Médicas, 1994.

7. GARDNER, H. A criança pré-escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la. Porto Alegre : Artes Médicas, 1994.

8. HERSAN, R. C. Disfonia infantil. In.: LOPES FILHO. O tratado de fonoaudiologia. São Paulo : Editora Roca, 1997, p. 701,710.

9. KOTTKE, F. J.; STILLWELL, G. K & LEHMANN, J. F. Krusen: tratado de medicina física e reabilitação. São Paulo : Editora Manole, 1984.

10. PIAGET, J. Psicologia da inteligência. Rio de Janeiro : Zahar Editores, 1983.

11. PINHO, S. M. R. Fundamentos em fonoaudiologia – tratando os distúrbios de voz. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1998.

12. TABITH JR, A. Foniatria. São Paulo : Editora Cortez, 1986.

13. VALLE, M. G. M. A voz da fala. Rio de Janeiro : Revinter, 1996.

14. WHITERS, B. J.; DAWSON, M. H. Treatment of nodules cases: psychological aspects. Texas : J. Med., 1960.
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