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Facilitando
a aprendizagem |
Celeste
Carneiro
Artista Plástica, Educadora e Terapeuta. Orienta
também os cursos Criatividade e Cérebro,
Artezen, Mandalas Terapêuticas, dentre outros, há
12 anos.
E-mail:
cel5@terra.com.br
Com as recentes pesquisas sobre o funcionamento do cérebro,
a Teoria das Inteligências Múltiplas, a avaliação
das aptidões cerebrais dominantes, e técnicas
que foram criadas para acelerar a aprendizagem, tornou-se
muito mais fácil aprender e gravar na memória
o que estudamos.
Psicólogos, neurologistas e pesquisadores vêm
escrevendo os resultados desses estudos, esclarecendo-nos
e deixando-nos entusiasmados com os resultados obtidos
por quem utiliza essas técnicas.
Geralmente costumamos usar o ritmo cerebral beta. Quando
diminuímos o ritmo cerebral para alfa, nos colocamos
na condição ideal para aprendermos novas
informações, guardarmos fatos, dados, elaborarmos
trabalhos difíceis, aprendermos idiomas, analisarmos
situações complicadas.
A meditação, exercícios de relaxamento,
atividades que proporcionem sensação de
calma, também proporcionam esse estado alfa.
De acordo com neurocientistas, analisando eletroencefalogramas
de pessoas submetidas a testes para pesquisa do efeito
da diminuição do ritmo cerebral, o relaxamento
atento ou o profundo, produzem aumentos significativos
de beta-endorfina, noroepinefrina e dopamina, ligados
a sentimentos de clareza mental ampliada e de formação
de lembranças, e que esse efeito dura horas e até
mesmo dias. É um estado ideal para o pensamento
sintético e a criatividade, funções
próprias do hemisfério direito.
Como é fácil para este hemisfério
criar imagens, visualizar, fazer associações,
lidar com desenhos, diagramas e emoções,
além do uso do bom humor e do prazer, o aprendizado
será melhor absorvido se estes elementos forem
acrescentados à forma de se estudar.
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Foi desenvolvido nos Estados Unidos um sistema de avaliação
das aptidões cerebrais dominantes, utilizado também
por alguns escritores nacionais e que mostra com clareza
quais as áreas do cérebro que damos maior
preferência e, daí, é feito um perfil
psicológico da pessoa, sua maneira de agir na vida,
qual o lugar de sua preferência numa sala de aula,
como melhor aprende, etc. A esse resultado, temos acrescentado
outros elementos, dentro de uma visão holística
do ser humano, que tem ajudado bastante as pessoas.
Conhecendo as áreas que são mais estimuladas,
passa-se então a praticar uma série de exercícios
para ativar as regiões menos utilizadas, de modo
que, com o passar do tempo, nossa capacidade de agir como
um ser humano integral estará bastante aprimorada.
Seremos lógicos e intuitivos, práticos e
sonhadores, racionais e emotivos, seguiremos os padrões
vigentes e utilizaremos a nossa criatividade, teremos
"os pés no chão e a cabeça nas
estrelas"... Seremos, enfim, do céu e da terra,
captando todos os ensinamentos com facilidade, independente
da faixa etária. Isto nos tornará muito
mais capazes e autoconfiantes. |
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