Abstract: When entering in the university environment,
during all my day for different academic spaces and
having been learning of many professionals, I perceived
how much in some, or better, many professionals, the
heading and the knowledge acquired to the long one of
its arduous years of study become them worthy to be
comparative with the known mark more world-wide, the
Cocaine-glue. These professionals consider themselves
most intelligent in its area, most remunerated, more
in all the aspects and who leaves losing many times
is the pupil who receives each time plus this professional
in the academic environment. In this relation professor
and pupil, this professional has a formula (its knowledge)
private and does not yield the pupil of integral form.
He does not have a free exchange, he starts to exist
the barrier of the competition, the thought of that
one day the pupil can come to be a competitor and, thus
being, cannot leave that the pupil sees everything what
it knows, as well as the cooling one cited makes, does
not divulge the secret so that the cooling ones do not
have flavor the same. He will be, basically, of this
position of the professor before the pupils, the boarding
of this article.
Palavras-chaves: Relações interpessoais,
professor, saber, aluno e concorrência.
O grande e primeiro problema encontrado na escrita desse
artigo é o lado crítico e auto-crítico
desse texto, não existe maior dificuldade do
que falar da prática docente. Isso porque os
inúmeros professores, ao se sentirem, de alguma
forma, atingidos em seu ego entram em defesa "ferrenha"
da sua postura e acabam por nem ouvir e nem dialogar
sobre o texto. Nesse artigo não se pretende polemizar,
mas sim dialogar sobre situações que existem
e acabam por atrapalhar a relação entre
o professor e o aluno. Além disso, seria impossível
não se adquirir uma postura auto-crítico
nesse artigo, obviamente, pelo simples fato de que a
autora também é docente e acaba, diante
das suas próprias reflexões, por rever
sua postura em sala de aula.
Acredita-se que não há uma pessoa que
não conheça a incrível discussão
gerada pela empresa de bebidas, a Coca-Cola e as demais
empresas alimentícias, quanto a sua fórmula.
Segundo a página da Wikipédia, relacionada
a esse assunto, na rede mundial de computadores, Internet,
através do texto de Frederick Allen (1994) a
Coca-Cola (também conhecida por Coca) é
um refrigerante de noz de cola muito popular vendido
em mais de 140 países. É produzida pela
Coca-Cola Company, que também é ocasionalmente
referida como Coca-Cola ou Coca. É uma das marcas
mais conhecidas e vendidas do mundo. A maior concorrente
da Coca é a Pepsi.
Originalmente intencionada como um remédio patenteado
quando foi inventada no final do século XIX,
em 1886 para ser mais exato, a Coca-Cola foi tirada
das trevas pelo empresário Asa Griggs Candler,
cujas táticas agressivas de marketing levaram
a Coca-Cola a dominar o mercado de refrigerantes no
mundo no século XX. Apesar de enfrentar lendas
urbanas de efeitos colaterais perversos na saúde
de consumidores e acusações de práticas
monopolistas, a Coca-Cola permanece ainda como uma bebida
muito popular na primeira década do século
XXI. O que, realmente, sabe-se é que A fórmula
exata da Coca-Cola é um segredo comercial. A
cópia original da fórmula é guardada
no cofre principal do SunTrust Bank em Atlanta. Seu
predecessor, a Trust Company, supervisionou a oferta
pública inicial em 1919 da Coca-Cola Company.
Uma lenda urbana diz que apenas dois executivos têm
acesso à fórmula, com cada um deles tendo
acesso a apenas metade da fórmula.
Onde se pretende chegar com toda essa história
do refrigerante? O que sua fórmula tem em relação
com o docente? Isso é o que será tentado
discutir nas linhas seguintes. Essas perguntas serão
respondidas a partir do momento em que tiver início
as diversas metáforas entre o profissional e
a marca de refrigerante já citada. Sendo assim,
essas figuras serão usadas como figuras ilustrativas
para o foco principal desse artigo, no que diz respeito
quebra da relação professor e aluno diante
do distanciamento causado pelas inúmeras titulações
do profissional e da postura submissa do aluno frente
ao mesmo.
Antes de entrarmos no mérito dessa discussão,
devemos primeiro comentar o lado egoísta e inerente
a todos os seres humanos. Cada indivíduo tenta
trabalhar o "ceder" consigo próprio
porque, indiscutivelmente, esse verbo está presente
na vida de todos até o último momento
e não deixaria de estar presente nas relação
professor-aluno. Durante toda a vida, o ser humano tende
a ceder voluntária ou involuntariamente a muitas
coisas, posturas, atitudes, etc. Esse ato acaba por
dar a impressão de que quando se cede algo se
perde para sempre aquele objeto cedido. Pois bem, o
professor universitário galga vários degraus
até chegar a determinados níveis de graduação,
formação acadêmica, cursos de pós-graduação,
mestrados, doutorados e muitos acabam por incorporar,
diante de tantas titulações adquiridas,
uma figura egocêntrica, onipotente e inatingível.
Com isso, começa a criar uma auto-imagem onde
ele mesmo acaba se colocando como o mestre maior da
sua disciplina em todo o mundo, ele intitula-se "
O deus da disciplina". Esse profissional acredita
que ele só deve ceder os conhecimentos básicos
das disciplinas aos alunos, pois os conhecimentos ditos
intelectuais ou mais importantes devem ficar guardados
com ele como uma fórmula secreta, como o seu
poder, como algo que nenhum aluno possa adquirir sem
a sua presença, alguma coisa que demonstre ao
aluno que só ele possui e deixe o aluno embriagado
por ele, mas o cuidado está ai, esse jogo de
embriagamento pode causar no aluno frustração,
já que se sentiu tão seduzido por esse
profissional, tão desejoso do seus saberes, e
esse ser "superior" não corresponde
as suas expectativas, pois acaba tendo uma postura prepotente
e arrogante em sala.
Fatos como esse podem ser facilmente explicados, traçando
alguns motivos. O primeiro dele seria o fato de que
se criou um nível alto de interesse pelo cargo
de professor do Ensino Superior devido aos baixos salários
de determinadas profissões, o grande número
de profissionais formados e desempregados e o grande
contingente de faculdades particulares sendo abertas
em todo país. Essa idéia também
pode ser encontrado no texto de Anastasiou(1998) sobre
a metodologia do Ensino Superior, quando o autor faz
a distinção entre a profissão docente
e a ocupação docente, partindo dos métodos
de seleção de determinadas faculdade para
a contratação de profissionais que muitas
vezes querem apenas "dar aulas" na universidade
como forma de garantir a renda familiar, não
há nesse caso uma preocupação didática
nem a ética educacional do professor proposta
por Freire na Pedagogia da Autonomia(1996)
Outro motivo para o receio do professor universitário
quanto aos seus conhecimentos é que cada vez
mais cedo os alunos entram nas faculdades, conseqüentemente
acabam saindo da mesma mais cedo, e o que não
lhe faltam são cursos de especialização,
mestrado e doutorado, em diversas partes do Brasil e
do mundo, desde que estejam dispostos a seguir. Não
é nem um pouco incomum o professor que ensina
uma aluno e depois de quatro ou cinco anos aquele aluno
passa a vir a ser um mestrando a concorrer com esse
mesmo professor por uma vaga numa faculdade e por existir
um mercado altamente voltado a um público entre
20 e 40 não seria impossível que esse
professor perdesse sua vaga para o seu ex-aluno, atual
concorrente naquele momento. Daí o fato principal
a ser discutido. Se o profissional sabe que esse aluno
pode vir a usar do conhecimento adquirido por ele contra
ele mesmo no futuro ele, simplesmente, "retêm"
seus conhecimentos. Finalmente, o último motivo,
o professor universitário acaba por guardar suas
reflexões, seus pensamentos e suas teorias que
seriam tão pertinentes as inúmeras discussões
que poderiam existir no ambiente acadêmico e até
a ampliação dessas idéias através
da parceria entre o professor e aluno, acaba sendo guardadas
como uma fórmula secreta.
Com isso, as múltiplas especializações,
a falta de didática e até a vaidade de
alguns profissionais os colocam, nesse aspecto como
professores Coca-Cola, inegavelmente admiráveis
pelo seu saber, disputadíssimos pelas instituições,
comentado pelos alunos, ansiosos por experimentar desse
saber, reconhecido em qualquer lugar só pelo
nome e suas atitudes, entretanto com uma fórmula
secreta. Essa postura, faz cairmos, inegavelmente na
metáfora principal desse artigo pois o refrigerante
já citado aqui tantas vezes possui características
semelhantes a esse profissional - Conhecido, invejável,
apreciado, disputado, comentado e detentor de uma fórmula
secreta.
Esse profissional, por vezes, em sala, acaba esquecendo
do texto de Rubem Alves(2002), " A arte de produzir
Fome", onde o autor coloca a todo momento que o
professor deve produzir no aluno a fome pelo saber não
deve transmiti-lo apenas mas deve deixar no aluno a
vontade de buscar cada vez mais. Entretanto, o profissional
do qual fala esse artigo não permite que o aluno
saboreie o banquete das suas aulas e de toda a sua bagagem
cultural e intelectual porque em todos os encontros
acaba por guardar a sete chaves seus conhecimentos.
Dessa forma, o trabalho de ensinar pouco contribui para
o desenvolvimento do pensamento analítico, interpretativo
e crítico sobre os conteúdos relacionados
a disciplina, além de criar uma barreira entre
o professor e o aluno pois o discente acaba por ver
o profissional como um deus, um ser inalcançável
e os seus saberes também. O aluno não
busca, na sua maioria, saber por saber pois como já
dizia Miguel de Unamuno, como aborda Rubem Alves to
texto citado, esse reter conhecimentos apenas para acumular
conhecimentos é inumano. O aluno só aprende
aquilo que lhe instiga, que lhe de "fome"
.
Contudo, o receio desse professor de que esse aluno
possa vir a ser diretamente ou indiretamente um concorrente,
faz com que esse "educador" ponha-se como
a bebida citada nesse texto pelos donos de supermercados,
sozinho na prateleira mais alta do comércio ou
melhor da instituição a qual pertence,
com todo o seu valor bem a mostra sendo tão caro
e tão inacessível que acaba por desejar
no aluno a vontade de provar daquele profissional mas
por outro lado, o aluno não o alcança
e nem deve faze-lo pois a um profissional com tão
alto grau de vaidade esse discente por não conseguir
alcança-lo, deixa-o ainda mais "Narcisista".
É bem esse tipo de comportamento visto nas faculdades,
principalmente por professores mais jovens. Se for feita
uma analise das faculdades, dos formandos e dos profissionais
atuantes, pode-se observar um número crescente
de professores universitários jovens com mestrado
concluído ou em andamento. Um professor universitário
com mestrado, por exemplo, aos 26 anos que atua numa
faculdade particular, sabe que aquele, hoje, seu aluno
daqui há mais ou menos 8 anos pode estar concorrendo
diretamente pela sua mesma vaga de trabalho e pode tirar-lhe
o lugar. Imagine um professor de medicina que não
ensina o aluno a prescrever ou a medir uma pressão
corretamente, quantos pacientes esse médico no
futuro não pode matar depois de formado? E quantos
alunos não matam esse profissional com essa postura
e quantos alunos desses alunos formados por esse profissional
não serão mortos? Cria-se um ciclo de
extermínio, onde o conhecimento privado a todos
esses alunos foi a maior vítima disso tudo, porque
ficou retido a um único ser, não cresceu
em diálogos, discussões, debates, críticas,
acaba empoeirando e virando dogmas e esse profissional
acaba por empoeirar na prateleira, junto com os seus
conhecimentos.
Segundo Foucault(1985), o cuidado de si, envolve outros
cuidados, e primordialmente, o cuidado com o outro.
Sendo assim, é nesse enfoque que pode-se acreditar
no profissional como agente problematizador, e dessa
forma, o professor tão citado nesse artigo teria
que rever, segundo o autor citado ao início desse
parágrafo, o onde, quando, por quem e a quem
interessam as regras de convivência com o outro,
nesse caso o outro seria o aluno e o docente deveria
construir outras regras, mas que não se voltem
contra o indivíduo, como é o que geralmente
os docentes universitários fazem, mas sim, regras
em favor deles quanto profissionais e dos alunos quando
seres em formação intelectual.
Assim, a perspectiva estética presente nas análises
de Foucault, propõe uma revisão continuada
e constante dos modelos e dos padrões estabelecidos
na prática docente para que possa de alguma forma
ser rompida as relações de saber e poder,
e no caso da proposta desse texto a relação
saber e fazer que é a base da docência,
bem mais como os sujeitos envolvidos na educação.
É tão séria essa colocação
do professor como sendo algo a ser comercializado, e
que com isso, perde a sua individualidade, pois passa
a raciocinar, não por seus princípios,
mas pelos princípios do mercado no qual o próprio
está inserido. Nesse aspecto, por sua vez, Cris
Gregory(1982), proporcionou uma fala interessante e
pertinente a esse texto, quando ele afirma que em uma
sociedade de classes, os objetos de troca tendem a assumir
a forma alienada de uma mercadoria - no caso desse texto
o professor e a marca de refrigerante são usados
como metáfora - e , como conseqüência,
a reprodução em geral assume a forma particular
de reprodução de mercadoria. Em uma sociedade
de clã os objetos de troca tendem a assumir a
forma alienada de um dom; a reprodução
assume a forma particular de reprodução
de dom.
Ou seja, é possível que esse profissional
discutido nesse texto, tenha essa postura de ser detentor
do saber e fator decisivo para a instituição
porque lhe foi reproduzido essa postura e ele assim
assume e assim tenta reproduzir a seus alunos como um
ciclo do isormorfismo proposto por Bireaud(1995) onde
o aluno uma vez professor apenas reproduz o que aprendeu,
com a mesma didática que lhe foi oferecida, onde,
nem todos esses alunos, estão dispostos a participar.
Outro ponto importante que é preciso ser levantado,
com o texto de Cris Gregory é que muitas vezes
o profissional docente universitário, é
uma mercadoria que se afirma como um produto de tamanha
magnificência que não precisa mais de nenhum
ajuste, porque muitos dos profissionais pertencentes
a essas instituições não são
licenciados e sim bacharéis.
Nesse ponto então, por não terem tido,
disciplinas voltadas a docência do Ensino Superior,
acabam vendo a educação como um simples
espaço de possibilidades para desenvolver ou
aprimorar o auto-conhecimento, a autoconfiança,
quando na verdade esse profissional precisa ter habilidade
para não se colocar como mercadoria nem como
um ser com uma fórmula secreta, mas para fazer
negociações consigo mesmo e com os outros.
Essa autoconfiança foi demonstrada por André
Salifou(apud BIREAUD,1995) em um estudo feito visando
a formação docente do Ensino Superior,
onde, segundo ele, a maioria dos profissionais interrogados
afirmava que " quando dominamos as matérias,
não precisamos de uma pedagogia especial para
transmitir aos outros".
Contudo, sabe-se que ensinar demanda outros saberes
e habilidades, para que isso ocorra é necessário
uma formação que contemple essa habilidade,
pois essa não é inerente ao sujeito, mas
é construída nas diferentes relações
intermediadas pelo discurso como afirma Veiga(1991)
trazendo que " a didática como disciplina
de estudo teórico-prático não se
reduz ao mero domínio de técnicas de orientações
didáticas, mas implica também os aspectos
teóricos, ao mesmo tempo que fornece à
teoria os problemas e desafios da prática"..
Daí ser tão importante que o profissional
saiba coordenar a si próprio de forma maleável
e ajustável a cada grupo e a cada instituição,
com as palavras citadas por Foulcault que levam as indagações
de onde, quando e por quem foram instituídos
e a quem interessam as práticas pedagógicas
presentes nas escolas de Ensino Superior.
É por essa grande quantidade de técnicos
dando aulas nas universidades que não se pode
culpar o professor que exerce essa postura mercantilista
e capitalista, porque muitas vezes esse profissional
estava inserido no mercado de sua profissão,
respondendo a concorrência e a competição
de determinadas áreas de trabalho. O profissional
chega a universidade com essa visão e é
possível, então, que muitos dos problemas
aqui identificados sejam decorrentes da formação
do professor universitário, que pode não
ter tido instrumentos ou possibilidades suficientes
durante a sua formação acadêmica,
para lidar com toda a diversidade presente na sala de
aula.
O mais importante é que o professor dito aqui
como "professor Coca-Cola" consiga tirar a
máscara da vaidade e perceba que apesar de tudo
o que conquistou em nível acadêmico, intelectual
e profissional, ele necessitará estar em formação
e isso implica em um investimento pessoal, como retrata
Nóvoa(1992) e esse investimento pessoal deverá
ser um trabalho livre e criativo sobre os percursos
e sobre seus próprios projetos, com vista na
construção ou reconstrução
de uma identidade, que acaba sendo também a identidade
profissional, nesse casso voltamos mais uma vez a Foucault(1985)
com a afirmação do conhecer a si próprio.
Com isso, se conhecendo em plenitude, o profissional
pode deixar um pouco a sua fórmula secreta de
lado e perceber humildemente, como diz Freire(2002),
na Pedagogia da Autonomia, que " a humildade exprime,
pelo contrário, umas das raras certezas de que
estou certo: a de que ninguém é superior
a ninguém" e se vendo como um ser igual
ao outros e igual ao seus discentes é possível
uma retomada dessa relação docente X discente
onde o grande centro norteador do conhecimento passa
do professor para a discussão, o diálogo,
as reflexões, as trocas individuais e coletivas
entre esses dois extremos que devem estar não
em lados opostos mas juntos buscando um mesmo interesse
o crescimento intelectual.
REFERÊNCIAS
ALLEN, Frederick. Secret Formula. New York: HarperCollins,
1994[online] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki.
ALVES, Rubem. A arte de produzir fome. Sinapse. In:
Folha de São Paulo, 29/10/2002.
ANASTASIOU, L.G.C. Metodologia do Ensino Superior:
da prática docente a uma possível teoria
pedagógica, IBPEX, Curitiba, 1998.
BIREAUD, Annie. Os métodos pedagógicos
no ensino superior. Porto: Porto Editora,
1995. (Coleção Ciências da Educação,
n. 14.)
FOULCALT, Michel. História da sexualidade III:
o cuidado de si. Rio de Janeiro: Edições
Graal, 1985.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários
à prática educativa. Paz e Terra, São
Paulo, 2002.
NÓVOA, A.(coord.) Os professores e a sua formação.
Lisboa:publicações Dom Quixote/IIE, 1992.
_______________. Profissão Professor. 2. ed.
Porto: Porto Editora, 1995.
PENDERGRAST, Mark. For God, country, and Coca-Cola:
The definitive history of the great American soft drink
and the company that makes it. Nova Iorque: Basic Books,
2000 [online] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki.
VEIGA, Ilma Alencastro Passos(org). Repensando a didática.
Campinas: Papirus, 1991.