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::. PROFESSOR UNIVERSITÁRIO NÃO É "COCA-COLA", NÃO TEM FÓRMULA SECRETA
Jaqueline Vianna
Professora de Ensino Fundamental e Médio. Graduada pelas Faculdades Jorge Amado em Letras Vernáculas com habilitação em Língua Inglesa. Jaqueline.Vianna@uol.com.br.
Email: jaqueline.vianna@uol.com.br



Resumo: Ao adentrar no ambiente universitário, durante toda a minha jornada por diferentes espaços acadêmicos e por ter sido discente de muitos profissionais, percebi o quanto em alguns, ou melhor, muitos profissionais, o título e o conhecimento adquirido ao longo dos seus árduos anos de estudo torna-os dignos de serem comparados com a marca mais conhecida mundialmente, a Coca-cola. Esses profissionais consideram-se os mais inteligentes em sua área, os mais bem remunerados, os mais em todos os aspectos e quem sai perdendo muitas vezes é o aluno que recebe cada vez mais esse profissional no ambiente acadêmico. Nessa relação professor e aluno, esse profissional tem uma fórmula (seus conhecimentos) secreta e não cede ao aluno de forma integral. Não há uma troca livre, começa a existir a barreira da competição, o pensamento de que um dia o aluno pode vir a ser um concorrente e, assim sendo, não pode deixar que o aluno veja tudo o que ele sabe, bem como o refrigerante citado faz, não divulga o segredo para que os refrigerantes não tenham o mesmo sabor. Será, basicamente, dessa postura do professor perante aos alunos, a abordagem desse artigo.

Abstract: When entering in the university environment, during all my day for different academic spaces and having been learning of many professionals, I perceived how much in some, or better, many professionals, the heading and the knowledge acquired to the long one of its arduous years of study become them worthy to be comparative with the known mark more world-wide, the Cocaine-glue. These professionals consider themselves most intelligent in its area, most remunerated, more in all the aspects and who leaves losing many times is the pupil who receives each time plus this professional in the academic environment. In this relation professor and pupil, this professional has a formula (its knowledge) private and does not yield the pupil of integral form. He does not have a free exchange, he starts to exist the barrier of the competition, the thought of that one day the pupil can come to be a competitor and, thus being, cannot leave that the pupil sees everything what it knows, as well as the cooling one cited makes, does not divulge the secret so that the cooling ones do not have flavor the same. He will be, basically, of this position of the professor before the pupils, the boarding of this article.


Palavras-chaves: Relações interpessoais, professor, saber, aluno e concorrência.


O grande e primeiro problema encontrado na escrita desse artigo é o lado crítico e auto-crítico desse texto, não existe maior dificuldade do que falar da prática docente. Isso porque os inúmeros professores, ao se sentirem, de alguma forma, atingidos em seu ego entram em defesa "ferrenha" da sua postura e acabam por nem ouvir e nem dialogar sobre o texto. Nesse artigo não se pretende polemizar, mas sim dialogar sobre situações que existem e acabam por atrapalhar a relação entre o professor e o aluno. Além disso, seria impossível não se adquirir uma postura auto-crítico nesse artigo, obviamente, pelo simples fato de que a autora também é docente e acaba, diante das suas próprias reflexões, por rever sua postura em sala de aula.
Acredita-se que não há uma pessoa que não conheça a incrível discussão gerada pela empresa de bebidas, a Coca-Cola e as demais empresas alimentícias, quanto a sua fórmula. Segundo a página da Wikipédia, relacionada a esse assunto, na rede mundial de computadores, Internet, através do texto de Frederick Allen (1994) a Coca-Cola (também conhecida por Coca) é um refrigerante de noz de cola muito popular vendido em mais de 140 países. É produzida pela Coca-Cola Company, que também é ocasionalmente referida como Coca-Cola ou Coca. É uma das marcas mais conhecidas e vendidas do mundo. A maior concorrente da Coca é a Pepsi.
Originalmente intencionada como um remédio patenteado quando foi inventada no final do século XIX, em 1886 para ser mais exato, a Coca-Cola foi tirada das trevas pelo empresário Asa Griggs Candler, cujas táticas agressivas de marketing levaram a Coca-Cola a dominar o mercado de refrigerantes no mundo no século XX. Apesar de enfrentar lendas urbanas de efeitos colaterais perversos na saúde de consumidores e acusações de práticas monopolistas, a Coca-Cola permanece ainda como uma bebida muito popular na primeira década do século XXI. O que, realmente, sabe-se é que A fórmula exata da Coca-Cola é um segredo comercial. A cópia original da fórmula é guardada no cofre principal do SunTrust Bank em Atlanta. Seu predecessor, a Trust Company, supervisionou a oferta pública inicial em 1919 da Coca-Cola Company. Uma lenda urbana diz que apenas dois executivos têm acesso à fórmula, com cada um deles tendo acesso a apenas metade da fórmula.
Onde se pretende chegar com toda essa história do refrigerante? O que sua fórmula tem em relação com o docente? Isso é o que será tentado discutir nas linhas seguintes. Essas perguntas serão respondidas a partir do momento em que tiver início as diversas metáforas entre o profissional e a marca de refrigerante já citada. Sendo assim, essas figuras serão usadas como figuras ilustrativas para o foco principal desse artigo, no que diz respeito quebra da relação professor e aluno diante do distanciamento causado pelas inúmeras titulações do profissional e da postura submissa do aluno frente ao mesmo.
Antes de entrarmos no mérito dessa discussão, devemos primeiro comentar o lado egoísta e inerente a todos os seres humanos. Cada indivíduo tenta trabalhar o "ceder" consigo próprio porque, indiscutivelmente, esse verbo está presente na vida de todos até o último momento e não deixaria de estar presente nas relação professor-aluno. Durante toda a vida, o ser humano tende a ceder voluntária ou involuntariamente a muitas coisas, posturas, atitudes, etc. Esse ato acaba por dar a impressão de que quando se cede algo se perde para sempre aquele objeto cedido. Pois bem, o professor universitário galga vários degraus até chegar a determinados níveis de graduação, formação acadêmica, cursos de pós-graduação, mestrados, doutorados e muitos acabam por incorporar, diante de tantas titulações adquiridas, uma figura egocêntrica, onipotente e inatingível. Com isso, começa a criar uma auto-imagem onde ele mesmo acaba se colocando como o mestre maior da sua disciplina em todo o mundo, ele intitula-se " O deus da disciplina". Esse profissional acredita que ele só deve ceder os conhecimentos básicos das disciplinas aos alunos, pois os conhecimentos ditos intelectuais ou mais importantes devem ficar guardados com ele como uma fórmula secreta, como o seu poder, como algo que nenhum aluno possa adquirir sem a sua presença, alguma coisa que demonstre ao aluno que só ele possui e deixe o aluno embriagado por ele, mas o cuidado está ai, esse jogo de embriagamento pode causar no aluno frustração, já que se sentiu tão seduzido por esse profissional, tão desejoso do seus saberes, e esse ser "superior" não corresponde as suas expectativas, pois acaba tendo uma postura prepotente e arrogante em sala.
Fatos como esse podem ser facilmente explicados, traçando alguns motivos. O primeiro dele seria o fato de que se criou um nível alto de interesse pelo cargo de professor do Ensino Superior devido aos baixos salários de determinadas profissões, o grande número de profissionais formados e desempregados e o grande contingente de faculdades particulares sendo abertas em todo país. Essa idéia também pode ser encontrado no texto de Anastasiou(1998) sobre a metodologia do Ensino Superior, quando o autor faz a distinção entre a profissão docente e a ocupação docente, partindo dos métodos de seleção de determinadas faculdade para a contratação de profissionais que muitas vezes querem apenas "dar aulas" na universidade como forma de garantir a renda familiar, não há nesse caso uma preocupação didática nem a ética educacional do professor proposta por Freire na Pedagogia da Autonomia(1996)
Outro motivo para o receio do professor universitário quanto aos seus conhecimentos é que cada vez mais cedo os alunos entram nas faculdades, conseqüentemente acabam saindo da mesma mais cedo, e o que não lhe faltam são cursos de especialização, mestrado e doutorado, em diversas partes do Brasil e do mundo, desde que estejam dispostos a seguir. Não é nem um pouco incomum o professor que ensina uma aluno e depois de quatro ou cinco anos aquele aluno passa a vir a ser um mestrando a concorrer com esse mesmo professor por uma vaga numa faculdade e por existir um mercado altamente voltado a um público entre 20 e 40 não seria impossível que esse professor perdesse sua vaga para o seu ex-aluno, atual concorrente naquele momento. Daí o fato principal a ser discutido. Se o profissional sabe que esse aluno pode vir a usar do conhecimento adquirido por ele contra ele mesmo no futuro ele, simplesmente, "retêm" seus conhecimentos. Finalmente, o último motivo, o professor universitário acaba por guardar suas reflexões, seus pensamentos e suas teorias que seriam tão pertinentes as inúmeras discussões que poderiam existir no ambiente acadêmico e até a ampliação dessas idéias através da parceria entre o professor e aluno, acaba sendo guardadas como uma fórmula secreta.
Com isso, as múltiplas especializações, a falta de didática e até a vaidade de alguns profissionais os colocam, nesse aspecto como professores Coca-Cola, inegavelmente admiráveis pelo seu saber, disputadíssimos pelas instituições, comentado pelos alunos, ansiosos por experimentar desse saber, reconhecido em qualquer lugar só pelo nome e suas atitudes, entretanto com uma fórmula secreta. Essa postura, faz cairmos, inegavelmente na metáfora principal desse artigo pois o refrigerante já citado aqui tantas vezes possui características semelhantes a esse profissional - Conhecido, invejável, apreciado, disputado, comentado e detentor de uma fórmula secreta.
Esse profissional, por vezes, em sala, acaba esquecendo do texto de Rubem Alves(2002), " A arte de produzir Fome", onde o autor coloca a todo momento que o professor deve produzir no aluno a fome pelo saber não deve transmiti-lo apenas mas deve deixar no aluno a vontade de buscar cada vez mais. Entretanto, o profissional do qual fala esse artigo não permite que o aluno saboreie o banquete das suas aulas e de toda a sua bagagem cultural e intelectual porque em todos os encontros acaba por guardar a sete chaves seus conhecimentos. Dessa forma, o trabalho de ensinar pouco contribui para o desenvolvimento do pensamento analítico, interpretativo e crítico sobre os conteúdos relacionados a disciplina, além de criar uma barreira entre o professor e o aluno pois o discente acaba por ver o profissional como um deus, um ser inalcançável e os seus saberes também. O aluno não busca, na sua maioria, saber por saber pois como já dizia Miguel de Unamuno, como aborda Rubem Alves to texto citado, esse reter conhecimentos apenas para acumular conhecimentos é inumano. O aluno só aprende aquilo que lhe instiga, que lhe de "fome" .
Contudo, o receio desse professor de que esse aluno possa vir a ser diretamente ou indiretamente um concorrente, faz com que esse "educador" ponha-se como a bebida citada nesse texto pelos donos de supermercados, sozinho na prateleira mais alta do comércio ou melhor da instituição a qual pertence, com todo o seu valor bem a mostra sendo tão caro e tão inacessível que acaba por desejar no aluno a vontade de provar daquele profissional mas por outro lado, o aluno não o alcança e nem deve faze-lo pois a um profissional com tão alto grau de vaidade esse discente por não conseguir alcança-lo, deixa-o ainda mais "Narcisista".
É bem esse tipo de comportamento visto nas faculdades, principalmente por professores mais jovens. Se for feita uma analise das faculdades, dos formandos e dos profissionais atuantes, pode-se observar um número crescente de professores universitários jovens com mestrado concluído ou em andamento. Um professor universitário com mestrado, por exemplo, aos 26 anos que atua numa faculdade particular, sabe que aquele, hoje, seu aluno daqui há mais ou menos 8 anos pode estar concorrendo diretamente pela sua mesma vaga de trabalho e pode tirar-lhe o lugar. Imagine um professor de medicina que não ensina o aluno a prescrever ou a medir uma pressão corretamente, quantos pacientes esse médico no futuro não pode matar depois de formado? E quantos alunos não matam esse profissional com essa postura e quantos alunos desses alunos formados por esse profissional não serão mortos? Cria-se um ciclo de extermínio, onde o conhecimento privado a todos esses alunos foi a maior vítima disso tudo, porque ficou retido a um único ser, não cresceu em diálogos, discussões, debates, críticas, acaba empoeirando e virando dogmas e esse profissional acaba por empoeirar na prateleira, junto com os seus conhecimentos.
Segundo Foucault(1985), o cuidado de si, envolve outros cuidados, e primordialmente, o cuidado com o outro. Sendo assim, é nesse enfoque que pode-se acreditar no profissional como agente problematizador, e dessa forma, o professor tão citado nesse artigo teria que rever, segundo o autor citado ao início desse parágrafo, o onde, quando, por quem e a quem interessam as regras de convivência com o outro, nesse caso o outro seria o aluno e o docente deveria construir outras regras, mas que não se voltem contra o indivíduo, como é o que geralmente os docentes universitários fazem, mas sim, regras em favor deles quanto profissionais e dos alunos quando seres em formação intelectual.
Assim, a perspectiva estética presente nas análises de Foucault, propõe uma revisão continuada e constante dos modelos e dos padrões estabelecidos na prática docente para que possa de alguma forma ser rompida as relações de saber e poder, e no caso da proposta desse texto a relação saber e fazer que é a base da docência, bem mais como os sujeitos envolvidos na educação.
É tão séria essa colocação do professor como sendo algo a ser comercializado, e que com isso, perde a sua individualidade, pois passa a raciocinar, não por seus princípios, mas pelos princípios do mercado no qual o próprio está inserido. Nesse aspecto, por sua vez, Cris Gregory(1982), proporcionou uma fala interessante e pertinente a esse texto, quando ele afirma que em uma sociedade de classes, os objetos de troca tendem a assumir a forma alienada de uma mercadoria - no caso desse texto o professor e a marca de refrigerante são usados como metáfora - e , como conseqüência, a reprodução em geral assume a forma particular de reprodução de mercadoria. Em uma sociedade de clã os objetos de troca tendem a assumir a forma alienada de um dom; a reprodução assume a forma particular de reprodução de dom.
Ou seja, é possível que esse profissional discutido nesse texto, tenha essa postura de ser detentor do saber e fator decisivo para a instituição porque lhe foi reproduzido essa postura e ele assim assume e assim tenta reproduzir a seus alunos como um ciclo do isormorfismo proposto por Bireaud(1995) onde o aluno uma vez professor apenas reproduz o que aprendeu, com a mesma didática que lhe foi oferecida, onde, nem todos esses alunos, estão dispostos a participar.
Outro ponto importante que é preciso ser levantado, com o texto de Cris Gregory é que muitas vezes o profissional docente universitário, é uma mercadoria que se afirma como um produto de tamanha magnificência que não precisa mais de nenhum ajuste, porque muitos dos profissionais pertencentes a essas instituições não são licenciados e sim bacharéis.
Nesse ponto então, por não terem tido, disciplinas voltadas a docência do Ensino Superior, acabam vendo a educação como um simples espaço de possibilidades para desenvolver ou aprimorar o auto-conhecimento, a autoconfiança, quando na verdade esse profissional precisa ter habilidade para não se colocar como mercadoria nem como um ser com uma fórmula secreta, mas para fazer negociações consigo mesmo e com os outros. Essa autoconfiança foi demonstrada por André Salifou(apud BIREAUD,1995) em um estudo feito visando a formação docente do Ensino Superior, onde, segundo ele, a maioria dos profissionais interrogados afirmava que " quando dominamos as matérias, não precisamos de uma pedagogia especial para transmitir aos outros".
Contudo, sabe-se que ensinar demanda outros saberes e habilidades, para que isso ocorra é necessário uma formação que contemple essa habilidade, pois essa não é inerente ao sujeito, mas é construída nas diferentes relações intermediadas pelo discurso como afirma Veiga(1991) trazendo que " a didática como disciplina de estudo teórico-prático não se reduz ao mero domínio de técnicas de orientações didáticas, mas implica também os aspectos teóricos, ao mesmo tempo que fornece à teoria os problemas e desafios da prática".. Daí ser tão importante que o profissional saiba coordenar a si próprio de forma maleável e ajustável a cada grupo e a cada instituição, com as palavras citadas por Foulcault que levam as indagações de onde, quando e por quem foram instituídos e a quem interessam as práticas pedagógicas presentes nas escolas de Ensino Superior.
É por essa grande quantidade de técnicos dando aulas nas universidades que não se pode culpar o professor que exerce essa postura mercantilista e capitalista, porque muitas vezes esse profissional estava inserido no mercado de sua profissão, respondendo a concorrência e a competição de determinadas áreas de trabalho. O profissional chega a universidade com essa visão e é possível, então, que muitos dos problemas aqui identificados sejam decorrentes da formação do professor universitário, que pode não ter tido instrumentos ou possibilidades suficientes durante a sua formação acadêmica, para lidar com toda a diversidade presente na sala de aula.
O mais importante é que o professor dito aqui como "professor Coca-Cola" consiga tirar a máscara da vaidade e perceba que apesar de tudo o que conquistou em nível acadêmico, intelectual e profissional, ele necessitará estar em formação e isso implica em um investimento pessoal, como retrata Nóvoa(1992) e esse investimento pessoal deverá ser um trabalho livre e criativo sobre os percursos e sobre seus próprios projetos, com vista na construção ou reconstrução de uma identidade, que acaba sendo também a identidade profissional, nesse casso voltamos mais uma vez a Foucault(1985) com a afirmação do conhecer a si próprio. Com isso, se conhecendo em plenitude, o profissional pode deixar um pouco a sua fórmula secreta de lado e perceber humildemente, como diz Freire(2002), na Pedagogia da Autonomia, que " a humildade exprime, pelo contrário, umas das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém" e se vendo como um ser igual ao outros e igual ao seus discentes é possível uma retomada dessa relação docente X discente onde o grande centro norteador do conhecimento passa do professor para a discussão, o diálogo, as reflexões, as trocas individuais e coletivas entre esses dois extremos que devem estar não em lados opostos mas juntos buscando um mesmo interesse o crescimento intelectual.

REFERÊNCIAS

ALLEN, Frederick. Secret Formula. New York: HarperCollins, 1994[online] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki.

ALVES, Rubem. A arte de produzir fome. Sinapse. In: Folha de São Paulo, 29/10/2002.

ANASTASIOU, L.G.C. Metodologia do Ensino Superior: da prática docente a uma possível teoria pedagógica, IBPEX, Curitiba, 1998.

BIREAUD, Annie. Os métodos pedagógicos no ensino superior. Porto: Porto Editora,
1995. (Coleção Ciências da Educação, n. 14.)

FOULCALT, Michel. História da sexualidade III: o cuidado de si. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra, São Paulo, 2002.

NÓVOA, A.(coord.) Os professores e a sua formação. Lisboa:publicações Dom Quixote/IIE, 1992.
_______________. Profissão Professor. 2. ed. Porto: Porto Editora, 1995.

PENDERGRAST, Mark. For God, country, and Coca-Cola: The definitive history of the great American soft drink and the company that makes it. Nova Iorque: Basic Books, 2000 [online] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki.

VEIGA, Ilma Alencastro Passos(org). Repensando a didática. Campinas: Papirus, 1991.
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