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::. Quem =oge da Escola Vai Acabar Pedindo Esmola?
Poeta Professor Silas Correa Leite
Site pessoal: www.itarare.com.br/silas.htm
E-mail - poesilas@terra.com.br
Poeta Prof. Silas Corrêa Leite, Educador, Jornalista, Escritor Premiado De Itararé-SP
Membro da UBE-União Brasileira de Escritores
Educador da Rede Pública e Particular de Ensino. Pós-graduado em Educação, Literatura, Relações Raciais e Inteligência Emocional. Autor do Romance Virtual de sucesso ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, no site: www.hotbook.com.br/rom01scl.htm


Opinião: “A Palavra é =ua” - Textos Para a Juventude da Escola da Juventude

Cabular aulas, fugir da escola, pular o muro e cair na rua, ir embora, garrar o =undão perdido a fora, tudo isso tem um “preço”, por assim dizer, =erto?. Pois é, estudar muito, estudar sempre – não é essa a idéia afinal? =#8211; ser bom aluno, tem resultantes vitoriosas, satisfatórias também sócio-culturalmente =alando. Paradoxalmente, no entanto, uma coisa e outra formam, ou não, vá =á que seja, cidadãos preparados para que realmente desejam na vida, o que esperam =a vida, para viverem bem ou serem excluídos do meio sócio-escolar, além =os que acabam literalmente na rua da amargura e, certamente vão padecer, se =obreviverem ao espúrio associacionismo extralar. É por aí. Curto e grosso: quem =oge da escola vai acabar pedindo esmola?

Se, já estudando muito e gostosamente bem, o =luno enquanto ser pensante e alma cidadã em tese ainda vai enfrentar a =rise emergente do mercado concorrencial, o desemprego dessa difícil era =eoliberal globalizada e exigente de recursos humanos qualificados - porque o =istema é bruto - tudo isso para sobreviver com braveza e determinação em =usca do difícil sucesso pessoal (já que milagres não acontecem por acaso) e se fugir =a escola, então, cara pálida? E se cabular aulas? Aí o bicho pega mesmo, o =icho da repetência, o monstro =a exclusão, todas as alternativas, pois estaria fugindo da oportunidade – =FAnica? – de se prover de recursos escolares qualificados que o ajudariam a preparar seu =caminho, seu destino, dentro de escalas de valores que paulatinamente =ariam uma escada para a sua ascensão na rota de valores sócio-participativos =o mundo contemporâneo de negócios, lucros, cobranças e, sim, altamente =eletivo, quando não segregador. Só os bons passam no funil e fazem história?. =uase sempre.

Quem foge da escola faz papel de bobo, foge da primeiríssima e imediata – para alguns única, repito – =hance que têm para evoluir, conquistar, alicerçarem rumos, in-formarem-se.

Não existe escola boa ou escola ruim. Existe =luno consciente, interessado em muito bem fazer a sua parte, seus deveres =essoais, tirar bom proveito do espaço salutar, dos mestres em objetivo =róprio, para a partir disso fazer um pé de meia (conteúdo, cultura, referencias =ivenciais, etc.) para a caminhada em busca do conhecimento primordial, do saber =tualizado, da habilitação profissional (e habilidades) essencial para sua evolução.

Não existe professor chato ou professor =egal. Existe um profissional de ensino como qualquer outro que labuta com métodos, =lvos, estilos, técnicas, ins-pirações e tudo mais. Existe o professor e =s alunos. Tudo num contexto, num entorno. O mestre, a bem dizer, está ali feito um empregado público do aluno =recebendo salários a partir de impostos que todos muito bem pagam para retornos =statais), para estender-lhe generosamente a mão e dizer, não necessariamente =om essas palavras, “Venha, vamos para o futuro, vamos comigo...” =acou a imagem? E você vai ou não vai, sai da inércia e avança, cresce, ou fica sentado =E0 beira do caminho, ou parado que nem poste. É por =í.

Assim penando, falando sério, fugir da escola =E9 dar literalmente com os burros nágua, é fria mano, sai dessa, é dar =hute na sombra; negar um estágio importante, repetir pra si mesmo, fugir de uma =ossibilidade primária e necessária, negar-se a ser Ser enquanto cidadão =onsciente ou mané. Qual é a sua? Já pensou? Então é isso: fugir da Escola é coisa =e cabeça de vento, de quem não tá com nada. Eu, =ein?

Escola, Mídia, Família, sociedade, =eferenciais de meio e de percurso, tudo tem a ver com a inclusão social de um jovem mesmo =ue rebelde com causa, transgressor por estilo, o que é próprio da idade de =dolescer, de jovem ser jovem, claro. =as, se ele pula fora, o que fazer? Vá sacando.

Um juiz de Sorocaba, interior de São Paulo, =SPAN style="mso-spacerun: yes"> andou expedindo Mandado de =risão contra pais e respectivos filhos-alunos rueiros, cabuladores. Sim, mano, os =ais são mesmo legalmente responsáveis na forma da lei e judicialmente =uníveis por isso. Intimados sob vara, têm, os pais, finalmente de tomarem atitudes imediatas/radicais(...) contra o dependente; em prol de seu filho (e seu =ireito de estudar quer queira ou não), quando então são acompanhadas de =anções que devem imputar aos seus subalternos filhotes. Quem ama pune mesmo. Isso =E9 histórico e sagrado, no recesso do lar o pai impõe ao aluno-filho a =ambém obrigação “de fazer”: estudar. Por essas e outras, fugir =a escola não tá com nada. São três os lugares sagrados na vida da gente nesse plano =errestre. O lar (nossa casa adorável), a igreja (qualquer que seja, Deus está em =odo lugar, em todas elas) e a escola. Sim, a escola é um espaço sagrado de =rodução de conhecimento, de trocas, de somas, de buscas, letramentos, de pesquisas = respostas históricas.

Sabedoria, Filosofia, áreas humanas e exatas, =écnicas, manejos, oficinas, trabalhos e releituras. Esse é o precioso espaço =scolar. Fugir dele é atirar no próprio pé. Quem quer se aventurar nesse =isco? Tá por fora. Aliás, tem país realmente avançado aí, o chamado Primeiro =undo, que treinam autoridades espaciais para exatamente caçarem os gazeteiros, =s cabuladores, levando-os então, sob a égide da autoridade policial, =o juiz de plantão. Os alunos “espertos” passam a pensar a escola com =utra ótica, sofrem duras penas alternativas de obrigações legais-comunitárias, desde =brigatórias aulas de reforço (a mais do que normalmente teriam), a tratamentos =sicológicos, recebendo também assistência social, tarefas que têm que cumprir =a marra por assim dizer. Que beleza, hein? Refinados, conscientes de direitos (e deveres) de propósitos e =e regras de convivência, passam a pensar a escola com olhares maduros, adultos, =érios. O céu pode ser lá? Sim, cara pálida, fugir da escola é se fazer =lvo fácil do inescrupulosos, mal-intencionados, os pegos pra patos no rocambole dos =iscos. Tá dominado?

Sem essa. Fugir da escola é pra quem não =abe onde tem a cabeça, perdeu o controle, virou um “nóia” total. Tá =or fora. Fugir da escola pra depois topar a braveza de puxar carrocinha, catar latinhas e pedir =smola? Já era. Fui.

De que lado você está?. Já pra sala!
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